Depois ainda há gente que diz que não gosta e que doí... não podia deixar de partilhar esta beleza de vídeo.
Que tal?
"Sempre achei estranho o facto de, como mulheres grávidas, passarmos mais tempo a preparar o quarto do bebé do que o nosso corpo."
In: "Método para um parto suave" de Drª Gowri Motha
sexta-feira, abril 18, 2008
Orgasmic Birth
quinta-feira, abril 17, 2008
quarta-feira, abril 16, 2008
Descoberta tardia...
ISTO NAO SE FAZ A UMA GRAVIDA!!!!
Só de pensar que podia ter usado prai uma ou duas vezes por mês por puro mimo a mim própria, felizmente nao tive dores de costas (muita ginástica Pilates), mas seja como for tinha-me sabido taaaaoooo bem!!!!!
Obvio que já marquei hora para amanha, nao ia deixar passar.
Plano de Parto
Quer pela minha integridade física ou por saber o que é melhor para o meu filho decidi fazer um Plano de Parto. Este documento foi previamente enviado para os Membros do Conselho de Administração do Hospital, para o Director do Serviço de Genecologia e Obstetrícia e mais duas cópias irão acompanhar-me de forma a não haver hipótese de que digam que não tinham conhecimento. Obviamente tentei falar dele à minha médica que se justificou de uma maneira bastante correcta “Eu só faço consultas e esses procedimentos são na sua maioria feitos pelas enfermeiras, o melhor é mesmo falares com elas”, e assim fiz. Tentei falar dele com a enfermeira que nos fez a visita guiada ao Serviço de Urgência de Obstetrícia, que me despachou para a ranhosa que dá as aulas de preparação para o parto, e que acha que eu sou um alien, nunca teve tempo, a conversa com as colegas e os lanchinhos são muito mais importantes. Restou-me a Enf. Lurdes que teve uma pachorra comigo que não lembra ninguém. E a conclusão a que cheguei no final é que esta coisa da Humanização do Parto nos Hospitais é muito bonita mas (sim tem um enorme “mas”) não muda as mentalidades, da mesma forma que umas enfermeiras estão mais orientadas para os cuidados ao parto natural há outras que não, e vai depender mesmo de quem estiver de plantão no dia em que der entrada. Claro que isto não sossega ninguém e não estou com a mínima vontade para me andar a “defender” em pleno Trabalho de Parto, quero é mesmo que me deixem em paz, por isso tive de falar com a minha Doula
sobre tudo isto. Para ela não foi novidade, mas o facto de ela ter conhecimento dos procedimentos internos do Serviços de Obstétrica já me deixa mais descansada. Vai ser ela que vai estar do meu lado em casa e depois no Hospital durante o Trabalho de Parto, existe a hipótese de haver uma troca durante todo o processo e na altura da expulsão vai entrar o pai, não que me faça muita falta na altura mas o filho também é dele.Não estou de forma alguma a descriminar a presença do pai durante o Trabalho de Parto, mas o envolvimento emocional com a situação pode comprometer a lucidez dele e eu preciso ter do meu lado alguém mais consciente e “neutro”, que faça defender os meus direitos sempre que necessário. É que o pessoal médico têm sempre todos muita pressa, não os culpo, quanto mais depressa terminar tudo mais depressa termina o “meu sofrimento” e eles podem dar atenção a outras coisas que não me interessam nem um pouco, mas eu não tenho pressa e o sofrimento do parto é coisa que só a mim diz respeito, não, não gosto de sofrer, só não acho é que seja uma dor má, não é doença nem ferimento que dói, é o meu corpo a alterar-se para fazer o meu filho nascer, não me mete medo nem tenciono lutar contra ela, acho que a entrega é até a melhor solução. Deixar o corpo falar mais alto e dizer o que fazer, a evolução preparou-nos para isso durante anos, eu confio em mim e na minha capacidade natural de parir.
PS – se alguém estiver interessado em receber uma cópia do Plano de Parto tenho todo o gosto em disponibiliza-lo.
segunda-feira, abril 14, 2008
39 Semanas
E lá fui eu para a última consulta, se tiver de lá voltar com o potinho no forno será lá para as 42 semanas... rendida à indução.A minha mãe diz que a próxima lua cheia vai tratar disso, será no dia 20 (domingo). Será que me vai fazer a vontade e nascer num fim-de-semana? Já agora pode ser durante a noite? Pode?
A médica até o e-mail dela me deu para que lhe contasse as novidades mal as houvesse, acho que ficou um pouquinho de curiosidade sobre esta utente meio louca que recusava tudo que era medicação e exames e a enchia de Estudos Médicos para justificar as opções que fui tomando ao longo da gravidez.
Resumo da coisa, CTG normal (nenhumas contracções), colo fechado e alto, urina OK e uma chamada de atenção pela enfermeira em relação ao meu peso, desde o inicio da gravidez já engordei 14Kg, segundo os cálculos com a minha massa corporal/altura/idade posso engordar até 16Kg mas não convinha... A amamentação é boa para emagrecer mas não faz milagres.
sexta-feira, abril 11, 2008
Não tenho pressa
O tempo de gestação de um humano é de 266 dias, porque é que me vou preocupar antes de os atingir? Ou aceitar o “descolar das membranas” às 38 semanas (254 dias)? Ou uma indução? Será que o meu filho não pode nascer quando estiver realmente pronto? Porque motivo serei eu diferente das outras espécies que habitam este nosso planeta e que passaram por tantos anos de evolução, tal como eu? Está a evolução errada?
Nunca me senti tão mulher, tão completa… sentir este bebé pequenino a mover-se dentro de mim, no lugar mais seguro que lhe vou conseguir dar. Sentir a força que os seus pezinhos minúsculos fazem na minha barriga, imaginar que movimentos ele estará a fazer com as mãos quando vejo o meu baixo-ventre a reclamar pela pressão suave. Esperar por ele é uma espera que não me custa nada, sempre fui muito impaciente, das que chega antes da hora e depois apanha uma seca descomunal porque toda a gente chega atrasado… e lá reclamava eu. Esperar que o meu filho nasça é um orgulho, respeitar a hora dele, respeitar o meu corpo que só nessa altura vai estar igualmente pronto para o ajudar a nascer, porque sei que é o melhor para o meu filho.
Meu filho, pelo amor que te tenho respeito-te! Tens aqui um pai e uma mãe que esperam curiosos por te conhecer melhor, já sabemos que não gostas de dormir para o lado direito, que tens fome de 2 em 2 horas e que acordas bem cedo, resta agora saber se tens cabelo liso como o teu irmão ou com caracóis como eu e o teu pai tínhamos quando éramos bebés, se vais ter olhos claros como a família do teu pai ou escuros como a minha família… mas quero que saibas que sejas lá como fores te amamos com aquele amor incondicional que só um pai e uma mãe tem pelo seu filho.
Nota final – As tias dizem que não te falam se fores benfiquista, mas com a família que tens… é pouco provável :)
quinta-feira, abril 10, 2008
Eco Fraldas

"As fraldas Bambino Mio estão a ser cada vez mais recomendadas não só por quem se preocupa com o ambiente (Quercus,...), mas também por quem se preocupa com o bebé (maternidades, centros de preparação para o parto,...), tal como o pano porta-bebés. E, felizmente, as pessoas estão a aderir cada vez mais.
O que é certo é que as fraldas descartáveis normais demoram cerca de 500 anos a decompor-se e, entretanto, vamos enchendo o planeta de lixo e comprometendo o futuro dos nossos filhos... :(
As fraldas Bambino Mio funcionam assim:
Têm 1 "folhinha de papel", o revestimento, que impede o xixi de estar em contacto com o rabinho do bebé e que se pode deitar na sanita com os cocós (é biodegradável). O revestimento vende-se em rolos de 200 folhas e custa €12,60.
A fralda de algodão pré-dobrada tem uma zona de absorção reforçada e os pequenos canais que têm na sua estrutura de tecelagem fazem com que o xixi passe para trás, para junto da borracha da capa da fralda. A grande diferença entre estas fraldas de algodão e as fraldas de pano tradicionais é que estas não ensopam.
O revestimento troca-se a cada muda de fralda e a fralda de algodão também se muda sempre. A capa de fralda muda-se quando estiver suja (normalmente, a cada 4 ou 5 mudas de fralda).
Eu aconselho sempre as pessoas a porem a fralda debaixo da torneira assim que a tiram e passar com sabão azul e branco, antes de as colocarem no balde/bacia das fraldas - uma especie de pré-lavagem - e de 15 em 15 dias colocarem uma colherzinha de esterilizador para que as fraldas fiquem + branquinhas e esterilizadas.

Em termos de quantidades, a marca aconselha 2 starter packs. Eu tenho vendido 1starter pack+2 capas+1 pack de fraldas de algodão e as pessoas têm-se dado bem. É uma questão de as pessoas verem se preferem ter mais fraldas para estar mais à vontade ou se menos fraldas será suficiente.
O que não aconselho: a apostar muito no tamanho Recém-Nascido, a menos que se trate de um bebé muito abaixo dos 3,5Kgs. Normalmente, o Tamanho Pequeno das capas Bambino Mio ajusta-se perfeitamente, desde o nascimento até +/-aos 6 meses.
Investimento inicial:
2 starter packs P (ou 1 peq e 1 r/n) (24 fraldas de algodão e 6 capas) + revestimento = €192,60
1 starter pack + 1 pack fraldas de algodão Tam.1 + 2 Capas Brancas S (20 fraldas de algodão e 5 capas) + Revestimento = €161,50
A única coisa que é preciso ir comprando é o revestimento e
Aos 5/6 meses:
aconselho a comprar 3 capas tamanho M (€14,2x3), e 1 Pack de fraldas de algodão tamanho 2 (€30), porque eles começam a fazer muito xixi de cada vez.
Entretanto, convém começar a levar o bebé ao bacio, principalmente quando acorda e antes de dormir, para que ele comece a ter uma rotina.
Por volta dos 12 meses:
aconselho a comprar 3 capas tamanho L (€14,20x3).
Um dia destes a mãe de um bebé de 3 meses veio comprar o 5º rolo de revestimento e disse-me que, se usasse fraldas descartáveis, já teria gasto 800, em apenas 3 meses!
Em termos logísticos, convém ter 1 balde/bacia na casa de banho, uma bolsa para as fraldas lavadas e uma outra, impermeável, para ter na mochila e pôr as fraldas usadas. 1x por dia, faz-se uma máquina de roupa, que pode ser a baixas temperaturas, uma vez que existe o esterilizador. É simples!
Quando um bebé nasce, gasta cerca de 8 fraldas por dia, o que dá 240 fraldas num mês. Em 6 meses, dá 1440 fraldas.
Aos 6 meses já gastam menos fraldas. Se considerarmos 4 fraldas por dia, dá 720 fraldas dos 6 aos 12 meses. Do 1º ao 2º ano, se considerarmos 2 fraldas por dia, dá mais 720 fraldas. Em 2 anos: 2280 fraldas (normalmente acaba por se gastar ainda mais fraldas do que estas), 30 pacotes de fraldas descartáveis (com uma média de 75 fraldas cada).
Se cada pacote de fraldas custar €15, em 2 anos gasta-se €456.
É muito frequente as crianças usarem fraldas descartáveis até bem mais tarde...
Para além da questão económica, há sempre que ter em conta a questão ecológica e o facto de o rabinho do bebé não estar em contacto com todos os químicos utilizados nas fraldas descartáveis.
Em relação às creches: Já vai havendo bastante abertura da parte das creches e em princípio terá apenas que levar as fraldas lavadas e trazer ao fim do dia as fraldas para lavar, tal como acontece com a outra roupa, se o bebé a sujar.
Há alguns pais que preferem usar fraldas descartáveis nalgumas situações. Com o uso, os pais e o bebé vão vendo como se dão melhor.
Em relação às fraldas de pano (e ao pano porta-bebé), eu costumo dizer às pessoas que são investimentos a que se vai dar muito valor durante o seu longo tempo de utilização e têm a grande vantagem de poderem passar de um bebé para outro e aí, o investimento já está feito.
As fraldas tamanho 1 são utilizadas desde que nascem até que se deixe de usar fraldas, embora devam ser combinadas com as tamanho 2 a partir dos 5/6 meses - por exemplo, as tamanho 2 para a sesta e a noite.
No caso de querer experimentar, há sempre a hipótese do Trial Pack, que embora tenha apenas uma fralda de algodão e uma folha de revestimento e por isso não dê bem para ter ideia da "dinâmica" das fraldas de pano, dá para conhecer as fraldas e experimentá-las.
Se tiver alguma dúvida, basta perguntar... :)
Com os melhores cumprimentos,
Mama Natura"
Técnicas de Respiração? Qual Respiração?
“E a respiração? Não vamos aprender a respirar?” Esta é a questão à qual a maioria das mulheres pretende obter a resposta, sobretudo nos cursos e sessões de preparação para o nascimento, porque ainda há muitas mulheres que acreditam na necessidade de aprender a respirar para o trabalho de parto e parto (como se não o soubessem fazer naturalmente).
O Lamaze Institute, que divulgou amplamente esta técnica durante vários anos
(que conhecemos em Portugal por método psicoprofiláctico), vive actualmente uma época de pouca aceitação a nível internacional, exactamente pela imagem de uma preparação para o parto focalizada na respiração.
No entanto, no seu último guia The Official Lamaze Guide, fala-se mesmo de repensar a respiração e relaxamento. Neste guia, a mulher é convidada a encontrar a sua própria respiração consciente, e a procurar outras formas de se manter activa para lidar com as contracções: andar, dançar, massagens, bolas de parto, baloiçar, etc. Resumindo, respirar já não é o ensino ou a prática, do Lamaze Institute.
Todavia, em Portugal, o método Lamaze utilizado nas preparações para o parto continua a ser focalizado na respiração.
E, Infelizmente, nos Hospitais/Maternidades ainda ouvimos:
“Encha o peito de ar, feche a boca e agora faça FORÇA!”
Frase conhecida pela maioria das mulheres que já passou pela preparação para o parto pelo método psicoprofiláctico (ou por um parto vaginal ).
Este tipo de respiração tem tecnicamente o nome de Manobra de Valsalva.
O que dizem as evidências cientificas acerca da utilização desta manobra no parto?
· Recomendações da OMS:
“(...) O procedimento de fazer força na segunda fase do trabalho de parto
A prática de estimular o fazer força de forma prolongada e dirigida (manobra de Valsalva) durante a segunda fase do trabalho de parto é amplamente utilizada em muitas maternidade. A alternativa é apoiar o padrão espontâneo da mulher de fazer força. Vários estudos compararam estas duas práticas (Barnett e Humenick 1982, Knauth e Haloburdo 1986, Parnell e al 1993, Thomson 1993). A força involuntária resultou em três a cinco “forças” relativamente curtas (4-6 segundos) a cada contracção, comparando com forças continuas com 10-13 segundos de duração, acompanhadas por apneia forçada. O segundo método resulta numa segunda fase um pouco mais curta, mas pode causar alterações de frequência e de volume de fluxo cardíaco provocadas pela respiração. Se a mulher estiver deitada de costas, pode haver também compressão da aorta e redução do fluxo sanguíneo ao útero. Nos estudos publicados, o pH médio na artéria umbilical foi menor nos grupos com força prolongada, e havia uma tendência para depressão dos valores de Apgar. As evidências existentes são poucas, mas delas emerge um padrão onde o fazer força de forma prolongada e precoce resulta numa diminuição modesta da duração da segunda fase, mas isto não parece trazer nenhum benefício; parece haver comprometimento das trocas gasosas materno-fetal. A força espontânea curta parece ser melhor (Sleep et al 1989).
Em muitos países, é comum a prática de fazer pressão no fundo do útero durante o segundo estágio do trabalho de parto, com a intenção de acelerar o nascimento. Ás vezes isto é feito pouco antes do desprendimento, outras desde o início do período expulsivo. Além do aspecto do maior desconforto materno, suspeita-se que esta prática possa ser perigosa para o útero, períneo e feto, mas não existem dados de pesquisa sobre este assunto. A impressão é que, no mínimo é usado com muita frequência, sem que existam evidências da sua utilidade”. (Care in normal birth: A practical guide. 1996, WHO)
· Estudo apresentado Em Janeiro de 2006 o Gray Journal (Jornal Americano de Obstetricia e Ginecologia)
“a diferença tem pouco impacto em todo o tempo do parto, cujos especialistas dizem que pode ir além das 14 horas em média, quando às mulheres foi dito para fazer força em cada contracção, deram à luz 13 minutos mais rápido que aquelas que não receberam qualquer tipo de instrução”. (Coaching women during childbirth has little impact, Dec 30, Reuters)
· A manobra de Valsalva foi ainda identificada como um dos factores de risco de trauma genital em partos vaginais espontâneos e normais, em mulheres primíparas assistidas por enfermeiras-parteiras, num estudo publicado no The Birth Journal em Junho de 2006. (Leah L. Albers CNM, DrPH, Kay D. Sedler CNM, MN, Edward J. Bedrick PhD, Dusty Teaf MA, Patricia Peralta (2006)
Factors Related to Genital Tract Trauma in Normal Spontaneous Vaginal Births Birth 33 (2), 94–100.)
Se experimentar encher o peito de ar, fechar a boca e fazer força, independentemente da posição em que estiver, consegue perceber que o efeito gerado é o contrário ao que o corpo necessita (o períneo é contraído em lugar de descontrair).
Então porque é que ainda se ensina a respirar para o parto, porque motivo as nossas maternidades ainda usam a manobra de Valsalva?
Ao escutar-se os sons e gemidos emitidos pelas mulheres livres durante a fase de expulsão do bebé, facilmente os confundimos com os sons de satisfação de uma relação sexual amorosa.
Quantas mulheres aceitariam ter aulas de preparação sexual em que lhe fosse ensinado como respirar e agir no momento de um orgasmo?
Nós, mulheres, temos de recuperar a confiança na nossa capacidade inata de parir, escutando os nossos instintos, em vez de esperar por ordens externas.
Aos profissionais compete actualizarem-se (e agirem) com base em evidências científicas, deixando o parto fluir naturalmente, no seu processo fisiológico.
O período expulsivo funciona fisiologicamente e não necessita de ser dirigido por técnicas respiratórias.
terça-feira, abril 08, 2008
segunda-feira, abril 07, 2008
38 Semanas
Seja como for, está tudo bem com o potinho. Ainda está alto e o CTG nao mostrou contracções significativas. Normalmente sinto-as mais a partir do final da tarde, quando me deito elas "apertam" mas não o suficiente para me impedir de dormir.
Continua cheio de energia, teima em achar que a saída é logo abaixo das minhas costelas, mas com o tempo ele lá descobre o caminho correcto.
Uma sugestão de um site que gosto muito de ler:
"Giving birth is hard work but if you understand the process and go in to it well prepared, you don't have to be afraid. If you choose medication in the hospital, the most commonly accepted form of pain relief is narcotic (usually morphine derivatives) and epidural anesthesia (spinal puncture). Techniques for dealing with the discomfort of birth include hypnosis, relaxation, acupuncture, massage, herbs, homeopathic remedies, the loving attention of your partner or a birth support person called a doula."
Retirado do site 3DPregnancy
domingo, abril 06, 2008
sábado, abril 05, 2008
Parabens Francisco
| Baptizado Francisco |
quarta-feira, abril 02, 2008
Mais uma patacuada
É da responsabilidade de cada um saber a que se é alérgico, é da responsabilidade das “marcas” fazerem constar nos seus produtos todos os materiais que os compõem, então porque motivo foi suspensa a venda da Depuralina?
Está bem explicito no rotulo dos vários frascos todos os componentes, tal como manda a lei!! Só mesmo em Portugal é que se suspende a venda de um produto porque 3 pessoas não fazem a mínima ideia do que se passa com o corpo delas, isto tendo em conta que estamos a falar de 3 adultos com idade mais do que suficiente para conhecerem o seu corpo e respectivo funcionamento. Uma vergonha!!!!
Não estou com isto a defender a toma da Depuralina ou os seus benefícios, pelo que me informei não vi na sua composição nada que fizesse mal à saúde de ninguém, contém compostos que podem ser encontrados em imensos outros produtos (mais conhecidos como suplementos alimentares), quer a sua origem seja química ou natural.
Não tem justificação é tamanha barracada, eu no lugar das pessoas “alérgicas” estava era caladinha e fazia de conta que não era nada comigo, ou ainda são acusadas de analfabetismo.
domingo, março 30, 2008
terça-feira, março 25, 2008
Quase de parabéns!!

Quando fiquei grávida começaram a chover os comentários que a Fionda teria de passar para segundo plano, quem sabe até teria de me livrar dela para evitar doenças… assim, pérolas destas.
Como posso eu privar o meu filho da companhia de um amigo que já gosta dele mesmo antes de ele nascer?
A presença de um animal doméstico é benéfica e recomenda-se a uma criança, serve de estímulo e dá-lhe imunidade contra imensas alergias. Ainda há quem prefira comprar DVD’s para entreter o pimpolho, eu tenho a Fionda que de certeza será um entretenimento muito mais saudável.
A minha cachorra faz parte da família, uma família que está a crescer, onde todos têm o seu lugar, sempre!!
Doulas de Portugal

O tema será a humanização do nascimento e o papel da Doula na assistência não médica na gravidez e no parto.
segunda-feira, março 24, 2008
36 Semanas
Estou oficialmente considerada incapaz. Com 11Kg a mais e somente 2,75Kg de bebé... vai ser lindo voltar ao que era antes.
O Pedro continua a mexer-se imenso apesar do espaço cada vez mais reduzido, os pedidos 10 movimentos por dia são atingidos antes das 2 da tarde e a festa continua durante o resto do dia e noite. A médica diz ter dificuldade em saber se o Pedro está de cabeça para baixo ou não sem ecografia e só por apalpação, engraçado que eu não tenho duvidas... Lá veio a conversa do ferro e mais uma receita, será que ela não entende que a minha quantidade de sangue duplicou e que são normais estes valores? Só significa que a minha placenta está a fazer o serviço dela na perfeição. Fiz recolha para saber se tenho Strepto B, se der positivo terei de tomar antibiotico durante o trabalho de parto, nada de especial.
Na quarta à tarde vou fazer uma visitinha às minhas antigas colegas de trabalho, estou cheia de saudades delas, de manha, tenho a visita à "Sala de Partos" no S. João... a vêr vamos, levo o meu Plano de Parto para re-ver com uma enfermeira, já que a minha médica não se mostrou com vontade.
segunda-feira, março 10, 2008
Depois da Festa
A Noite da Grávida foi muito boa!!!As palestras interessantes e com conteúdo, bem... a da Dança do Ventre deu foi uma dor de cotovelo das grandes, nem "não-grávida" eu ia conseguir fazer aquilo.
A demonstração da ginástica Pilates pelo Solinca também foi fabulosa, da Crioestaminal ganhei um kit para recolha das celulas do cordão umbilical, por cá ficará para oferecer a alguém que lhe dê utilidade.
Como pretendo retardar o corte do cordão umbilical de forma a haver a maior passagem possível de sangue para o meu Pedro, assim a respiração fica mais facilitada e possíveis anemias durante o primeiro ano de vida reduzidas a quase 0%, com tudo isto fica inviabilizado a hipótese de se fazer recolha, já que tinha de se fazer o mais rapidamente possível após o nascimento.
Finalmente o meu pano está nas minhas mãos, já treinei montes de vezes o põe e tira... no papá, com a minha barrigona já não dá para treinar em mim.
sexta-feira, março 07, 2008
Ginastica Pilates na Gravidez

Porque motivo deve manter-se activa durante a gravidez? São várias as vantagens da actividade física durante a gravidez:
- Manutenção ou melhoria da condição física;
- Menor ganho de peso e adiposidade materna;
- Diminuição de complicações obstétricas;
- Menor risco de parto prematuro;
- Diminuição do risco de diabetes gestacional;
- Menor hospitalização e diminuição na incidência de cesariana;
- Melhoria da auto-estima e auto-imagem;
- Melhoria da sensação de bem-estar;
- Diminuição da sensação de isolamento social;
- Diminuição da ansiedade, do stress e do risco de depressão.
Pilates porquê?
Para além de ser uma actividade segura, sem impacto e de baixa intensidade, o Pilates proporciona uma série de benefícios, como:
- Aumenta a resistência física e mental;
- Alongamento e maior controlo corporal;
- Correcção postural;
- Aumento da flexibilidade, tónus e força muscular;
- Alívio das tensões, stress e dores crónicas;
- Melhoria da coordenação motora;
- Maior mobilidade das articulações;
Uma forma fácil de se manter activa é através da prática do método Pilates, que fortalece os músculos abdominais pélvicos e posturais que utilizará durante a gravidez e parto.
Os movimentos dinâmicos desafiam-na e ajudam-na a desenvolver a sua resistência muscular, flexibilidade e equilíbrio, enquanto a obriga a manter uma postura correcta durante todo o exercício, desenvolvendo todos os pequenos músculos ao longo da coluna vertebral, abdómen e o muito importante soalho pélvico que será recorrentemente solicitado durante o parto.
Existe um grande foco na postura, respiração e controlo durante a aula de Pilates, proporcionado exercícios de execução lenta, segura e consciente. São frequentes as dores e desconfortos na coluna, por parte das grávidas, sendo essencial o fortalecimento dos músculos posturais e o correcto alinhamento corporal, algo que irá sentir durante a prática de Pilates.
A prática de Pilates
A prática de Pilates por grávidas não apresenta contra-indicações, deverá evitar exercícios que impliquem a posição supina, pois normalmente está associada a uma falta de irrigação sanguínea ao feto por compressão da artéria aorta, bem como, deverá prestar atenção, em fases mais avançadas da gravidez, ao possível afastamento dos músculos abdominais (diástase abdominal). Se isso acontecer alerte o seu instrutor certificado para fazer exercícios isométricos e não concêntricos.
Durante a aula deverá preocupar-se em manter-se sempre hidratada e prestar atenção aos sinais de fadiga que poderão ocorrer, mantendo sempre o nível de intensidade numa zona confortável e facilmente tolerável.
Nas minhas aulas de pilates, sugiro posições para estar em trabalho de parto, posições alternativas para o período expulsivo e no final das aulas dedico algum tempo ao relaxamento, à meditaç]ao e à visualização do bebé.
Aulas de pilates especificas para grávidas saiba quando e inscreva-se porque, onde é já sabe: é na Barrigas & Bebés!
Traduzido e adaptado do manual de Instrutor Pilates Institut, por Catarina Pardal Professora de Pilates
Retirado da newsletter da Barrigas & Bebés, infelizmente só em Lisboa.







