sexta-feira, novembro 03, 2006

Humanização do Nascimento, Amor e Responsabilidade

I Congresso Internacional Humanização do Nascimento, Amor e Responsabilidade
3, 4 e 5 de Novembro 2006
Instituto Jean Piaget, Almada, Portugal

Ao organizar este I Congresso Internacional a HumPar não se furtou a esforços, pois pretendemos a sensibilização para práticas humanizadas e seguras na assistência ao parto à semelhança do que já sucede em muitos países tanto da Europa como do mundo inteiro.
Reconhecemos a elevada qualidade técnica dos profissionais de saúde portugueses e acreditamos que a humanização dos serviços ligados à saúde passa não só por uma práctica mais centrada na satisfação dos utentes por parte dos técnicos, mas também pela urgente tomada de consciência das mães, pais e população em geral de que o nascimento deve ser encarado como um acto fisiológico que exige uma maior responsabilidade pessoal e social.

Em resposta ao nosso apelo conceituados especialistas nacionais e internacionais no campo médico, enfermagem, social e antropológico aceitaram o convite para estarem presentes, tornando este congresso um evento de excelência, no qual desejamos ver presentes não só profissionais ligados à área da saúde materno-infantil como todos aqueles que desejem contribuir para que o nascimento possa ser uma das melhores experiências da vida de cada pessoa, num ambiente seguro, porém acolhedor e dignificante. Acreditamos por isso, que todos quantos assistirem a este evento sairão mais enriquecidos como técnicos e como seres humanos.Desde já a HumPar dá as boas vindas a todos quantos nos honrarem com a sua presença.

sexta-feira, outubro 27, 2006

Great Link

Simplesmente genial

terça-feira, outubro 17, 2006

A metro...

Descobri que o analfabetismo em Portugal é em superior ao que eu pensava... então nos utilizadores do Metro do Porto que em hora de ponta ronda os 90%.

Enquanto não houve sinalização parecia que não havia escolha e tinha-se de levar com os magotes de gente as escadas rolantes, nunca lhes passou pela cabeça de que há gente com pressa para chegar ao trabalho ou a outro lado qualquer que não é da conta de ninguém, também nunca se lembraram que fumar em recintos fechados é falta de educação, eu se quiser fumar compro.

Agora os avisos existem, por escrito e tudo (nem vou mencionar os símbolos explícitos... senão era mais do que simples analfabetismo), desde o encoste á direita para ceder passagem nas escadas rolantes, ao proibido fumar nas estações subterrâneas ou até mesmo os inteligentes avisos "não utilize estes bancos se o veículo estiver cheio"... entre outros. Infelizmente, como temos um índice de analfabetismo altíssimo nesta zona do mapa ninguém quer saber.
Os magotes de gente a conversar ou simplesmente plantados no meio das escadas rolantes mantém-se, o proibido fumar é só quando há seguranças por perto e os assentos que não devem ser usados em hora de ponta... bem, tem de haver sempre um analfabeto(a) qualquer lá alapado.

Civismo procura-se, urgente!

domingo, outubro 08, 2006

Sobre o post anterior

Nunca me passaria pela cabeça fazer publicidade a um evento no Sul, mas pronto… até conheço o tipo e não custa nada dar uma ajuda, sim sim… dar uma mão ou as duas para ajudar, até o curto bués (esta ficou fixe).

Na verdade preferia que fosse no Porto… talvez não apareça ninguém e ele faça a maratona de 4 dias numa cidade mais civilizada, a esperança é a ultima a morrer.

Para já fica, com orgulho do norte:

PORTO
16 de Novembro - às 22h00
Teatro do Campo Alegre
Bilheteira: 22 606 3000

Aviso: ESTE ESPECTÁCULO É PARA MAIORES DE 18 ANOS
Em caso de dúvida, será pedida prova da idade.
Aos menores de 18 anos será barrada a entrada e o dinheiro dos bilhetes NÃO será restituído.

Pedro Tochas em “Maiores de 18”

Pedro Tochas em “Maiores de 18” no Teatro da Trindade 3, 4 10 e 10 de Novembro

Pela última vez em Lisboa, Pedro Tochas apresenta o espectáculo “Maiores de 18 - stand-up comedy para adultos” no Teatro da Trindade.

Quatro dias em Novembro para dizer adeus a um espectáculo que teve lotações esgotadas em todas as suas apresentações anteriores.

Eu recomendo!!A não perder!!!

Mais informação sobre o espectáculo no site de Pedro Tochas http://www.pedrotochas.com/

O que já disseram de Pedro Tochas:

"É que este senhor não tem só piada, tem também muita arte..."O Comércio do Porto

"Sublime na arte de dominar uma plateia, como poucos no nosso país, Tochas é mestre no improviso e na fusão de estilos, desde o stand-up ao humor negro e non sense"VISÃO

"Tochas incendiou plateia de riso"Jornal de Notícias

"Hilariante!É o mínimo que se pode dizer do actor, malabarista e comediante Pedro Tochas."A CAPITAL

"Ao vivo, é chorar de tanto rir."Público

"E, se faz favor, stand up! Porque é assim que se deve aplaudir um artista deste gabarito. De pé!"Correio da Manhã

sexta-feira, setembro 22, 2006

Yay... já é sexta!

Apaguei um post sem querer... bem, é sexta-feira tenho desculpa.

Para uma entrada divertida no fim-de-semana:

quinta-feira, agosto 17, 2006

Cinema

Filme da semana passada – Miami Vice – Tirava o bigode “estilo emigrante português” ao Crockett (Colin Farrell)… não o favorece em nada, se bem que ele não precisa de favorecimentos, é bom e pronto!

Desta semana – Superman Returns– mais um que mais valia ter ficado por lá, Loris Lane aparece com um filho de 5 anos… pelas contas e aspecto dela deve ter sido mãe aos 16 anos, será que dá para abrir processo de pedofilia?

Devia ter ido ver – Capuchino Vermelho - A Verdadeira História (Hoodwinked) – de certeza bem mais interessante, obviamente mais um desenho animado para adultos, maiores de 12 anos, já com dobragem feita em português para os que apesar de terem 12 anos ainda não conseguiram aprender a ler… e se se notar muito num teste qualquer de certeza que terão a segunda oportunidade de terem o teste em versão falada.

domingo, agosto 13, 2006

Almoço 5 estrelas

Isto merece ser contado aos 4 ventos.

Aqui a "eu", resolveu calçar umas sandálias para ir a um almoço com uns amigos, daquelas sandálias que só se tira do armário para casamentos e/ou ocasiões de destaque... lá fui eu toda pipi. Não é que após o almoço se resolve dar um passeio para ajudar à digestão... de prenda os meus pezinhos, nada habituados a estas andanças, resolvem começar por inchar e demonstrar alguma fragilidade cutânea em certas partes. Excelente ideia que surgiu de repente (2 horas e meia após o fim do almoço) ir a um centro comercial lanchar, a vontade de me descalçar começava a ganhar terreno por mais que a ideia de que depois não ia conseguir voltar a enfiar os pés nas sandálias também me passasse pela cabeça, mas resisti e mantive-me calçadinha tal como manda as regras da etiqueta.
Mas a etiqueta nada diz sobre ver sapatarias e resolver comprar uns sapatinhos baixinhos e maleáveis a meio do "passeio". Meu dito meu feito, comprei uns sapatinhos azuis lindos, calçaram que foi uma maravilha... o regresso a casa começou a mudar de figura... e o resultado foi:
- nos dedos grandes de cada pé ganhei duas bolhitas da tira das sandálias, continuam gordas e com bom aspecto;
- nos calcanhares, prenda dos sapatos novos, ganhei duas bolhas enormes que acabaram por rebentar...

Fui obrigada a fazer os últimos 300 metros descalça que as dores nos calcanhares eram insuportáveis.

Resumindo, comprei os sapatinhos maravilha para me livrar das sandálias e foi pior a emenda que o soneto, resta-me esperar que segunda-feira consiga calçar alguma coisa para ir trabalhar.

E agora...

... como se nada tivesse acontecido.

terça-feira, abril 04, 2006

De um amigo... por e-mail, um desabafo:

Estou numa fase muito "interessante" da minha carreira.
Por um lado, ganhei um prémio na Austrália com o espectáculo “O Palhaço Escultor”.
Por outro lado, sinto que em Portugal não tenho público para o meu trabalho.

Agora estou num dilema: qual deverá ser a direcção do meu trabalho?
Criar espectáculos para apresentar fora de Portugal, onde me dão valor, ou criar espectáculos para o público português e ficar a trabalhar para o boneco?
Para mim não ter público é um problema muito grave.
Como eu não recebo qualquer apoio do estado, o público é que me paga o ordenado com os bilhetes que compra; nem todos podem criar coisas sem pensar no eventual público que vão ter, pois é... porque eu não faço cinema português!

Depois de pensar no assunto, chego à conclusão que em Portugal deve haver umas 3000 pessoas que vão aos meus espectáculos num ano (estou a ser optimista, claro).

1500 em Lisboa
500 no Porto
500 em Coimbra
500 no resto do pais
(todas as estimativas por excesso)

Na Austrália tive mais do que isso num dia e ainda recebi um prémio.
Em Edimburgo tenho 400 a 500 pessoas por espectáculo, com um ou dois espectáculos por dia, durante três semanas e meia.

Por muito que goste de Portugal, estes dados dão que pensar.

Quando se aproxima uma temporada no Teatro da Trindade, ainda penso mais nisso.
Será que vai aparecer alguém?
Vou vender bilhetes que cheguem para pagar a sala???

Caso venda poucos bilhetes, posso concluir uma coisa:
O sonho acabou...em Portugal.

Ou então começo a fazer filmes, 1000 espectadores para um filme apoiado pelo estado em um milhão de euros é o normal.

Mas não, eu gosto de ter público, quero partilhar o meu trabalho com o mundo, não gosto de fazer coisas só para um pequeno grupo de amigos.

Por isso, agora é só esperar para ver qual é a adesão ao meu trabalho.

Desculpa o meu desabafo, mas cada vez que volto a Portugal, depois de passar tempo fora, acontece isto:
Venho cheio de vontade de fazer coisas, de desenvolver novos projectos, de partilhar o que aprendi, acima de tudo, regresso cheio de entusiasmo criativo.

Mas basta um dia….ler um jornal…..ver uns minutos de televisão (feita em Portugal)….
Olhar à minha volta e ver:
Um País que é um paraíso para a corrupção e os corruptos, onde o povo os apoia e até os elege para cargos públicos.
Um País onde o sistema jurídico simplesmente não funciona, mas onde o povo gosta de seguir as novelas legais.
Um País onde os chico-espertos são valorizados e os competentes desprezados.
Um País onde nunca ninguém é responsabilizado por aquilo que faz, porque isso é coisa dos outros.
Um País onde a esperança num futuro melhor é coisa do passado.

E todo esse entusiasmo desaparece.

Ainda por cima, quando fora deste país as coisas funcionam.

Mas mesmo assim, vou tentar mais uma vez.
Vou fazer uma nova temporada no Teatro da Trindade.
Será a ultima?
Não sei, mas como a venda de bilhetes está a decorrer, é o mais certo

Vou terminar com o que digo sempre que acabo um espectáculo de rua por esse mundo fora:
"My name is Pedro.
I am from Portugal.
This is what I do for a living,
I am a Street Performer, and my job is to make people smile."

Haverá em Portugal mercado de trabalho para quem somente quer fazer sorrir?

;)

sexta-feira, março 03, 2006

Eu sou do Norte

Texto de Miguel Esteves Cardoso

Primeiro, as verdades. O Norte é mais Português que Portugal. As minhotas são as raparigas mais bonitas do País. O Minho é a nossa província mais estragada e continua a ser a mais bela. As festas da Nossa Senhora da Agonia são as maiores e mais impressionantes que já se viram.

Viana do Castelo é uma cidade clara. Não esconde nada. Não há uma Viana secreta. Não há outra Viana do lado de lá. Em Viana do Castelo está tudo à vista. A luz mostra tudo o que há para ver. É uma cidade verde-branca. Verde-rio e verde-mar, mas branca. Em Agosto até o verde mais escuro, que se vê nas árvores antigas do Monte de Santa Luzia, parece tornar-se branco ao olhar. Até o granito das casas. Mais verdades. No Norte a comida é melhor. O vinho é melhor. O serviço é melhor. Os preços são mais baixos. Não é difícil entrar ao calhas numa taberna, comer muito bem e pagar uma ninharia. Estas são as verdades do Norte de Portugal. Mas há uma verdade maior. É que só o Norte existe. O Sul não existe. As partes mais bonitas de Portugal, o Alentejo, os Açores, a Madeira, Lisboa, et caetera, existem sozinhas. O Sul é solto. Não se junta. Não se diz que se é do Sul como se diz que se é do Norte. No Norte dizem-se e orgulham-se de se dizer nortenhos. Quem é que se identifica como sulista? No Norte, as pessoas falam mais no Norte do que todos os portugueses juntos falam de Portugal inteiro.

Os nortenhos não falam do Norte como se o Norte fosse um segundo país. Não haja enganos. Não falam do Norte para separá-lo de Portugal. Falam do Norte apenas para separá-lo do resto de Portugal. Para um nortenho, há o Norte e há o Resto. É a soma de um e de outro que constitui Portugal. Mas o Norte é onde Portugal começa. Depois do Norte, Portugal limita-se a continuar, a correr por ali abaixo. Deus nos livre, mas se se perdesse o resto do país e só ficasse o Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro. Pátria mesmo, por muito pequenina. No Norte. Em contrapartida, sem o Norte, Portugal seria uma mera região da Europa. Mais ou menos peninsular, ou insular. É esta a verdade. Lisboa é bonita e estranha mas é apenas uma cidade. O Alentejo é especial mas ibérico, a Madeira é encantadora mas inglesa e os Açores são um caso à parte.

Em qualquer caso, os lisboetas não falam nem no Centro nem no Sul - falam em Lisboa. Os alentejanos nem sequer falam do Algarve - falam do Alentejo. As ilhas falam em si mesmas e naquela entidade incompreensível a que chamam, qual hipermercado de mil misturadas, Continente.

No Norte, Portugal tira de si a sua ideia e ganha corpo. Está muito estragado, mas é um estragado português, semi-arrependido, como quem não quer a coisa. O Norte cheira a dinheiro e a alecrim. O asseio não é asséptico - cheira a cunhas, a conhecimentos e a arranjinho. Tem esse defeito e essa verdade. Em contrapartida, a conservação fantástica de (algum) Alentejo é impecável, porque os alentejanos são mais frios e conservadores (menos portugueses) nessas coisas.

O Norte é feminino. O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.

As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis, daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos. Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade. Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito.

Gosto das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas, de carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens. Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os maridos, mas gosto delas. São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem.

As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer. Em Viana, durante as festas, são as senhoras em toda a parte. Numa procissão, numa barraca de feira, numa taberna, são elas que decidem silenciosamente. Trabalham três vezes mais que os homens e não lhes dão importância especial. Só descomposturas, e mimos, e carinhos. O Norte é a nossa verdade. Ao princípio irritava-me que todos os nortenhos tivessem tanto orgulho no Norte, porque me parecia que o orgulho era aleatório. Gostavam do Norte só porque eram do Norte. Assim também eu. Ansiava por encontrar um nortenho que preferisse Coimbra ou o Algarve, da maneira que eu, lisboeta, prefiro o Norte. Afinal, Portugal é um caso muito sério e compete a cada português escolher, de cabeça fria e coração quente, os seus pedaços e pormenores.

Depois percebi. Os nortenhos, antes de nascer, já escolheram. Já nascem escolhidos. Não escolhem a terra onde nascem, seja Ponte de Lima ou Amarante, e apesar de as defenderem acerrimamente, põem acima dessas terras a terra maior que é o "O Norte". Defendem o "Norte" em Portugal como os Portugueses haviam de defender Portugal no mundo.

Este sacrifício colectivo, em que cada um adia a sua pertença particular - o nome da sua terrinha - para poder pertencer a uma terra maior, é comovente. No Porto, dizem que as pessoas de Viana são melhores do que as do Porto. Em Viana, dizem que as festas de Viana não são tão autênticas como as de Ponte de Lima.

Em Ponte de Lima dizem que a vila de Amarante ainda é mais bonita. O Norte não tem nome próprio. Se o tem não o diz. Quem sabe se é mais Minho ou Trás-os-Montes, se é litoral ou interior, português ou galego? Parece vago. Mas não é. Basta olhar para aquelas caras e para aquelas casas, para as árvores, para os muros, ouvir aquelas vozes, sentir aquelas mãos em cima de nós, com a terra a tremer de tanto tambor e o céu em fogo, para adivinhar.

O nome do Norte é Portugal. Portugal, como nome de terra, como nome de nós todos, é um nome do Norte. Não é só o nome do Porto. É a maneira que têm de dizer "Portugal" e "Portugueses". No Norte dizem-no a toda a hora, com a maior das naturalidades. Sem complexos e sem patrioteirismos. Como se fosse só um nome. Como "Norte". Como se fosse assim que chamassem uns pelos outros. Porque é que não é assim que nos chamamos todos?

domingo, janeiro 08, 2006

Lixo!

Não podia deixar isto passar em branco, participa!

quinta-feira, janeiro 05, 2006

Actualizações

Depois da anual limpeza dos links ao lado, parcialmente que a preguiça anda a rondar muito por estes lados, fui por a leitura em dia… que vergonha alguns blogs eu não lia à mais de 7 ou 8 meses. Não fui de deixar muitos comentários… sabem como sou, principalmente quando toda a gente já comentou e disse o que eu poderia dizer.


A Fionda está cada dia maior, já com os seus 25Kg pavoneia-se por todo o lado como se mandasse alguma coisa. A minha mãe atribuiu-lhe um sofá e ela respeita essa decisão com cara de agradecida, se bem que passa a maior parte do tempo esticada em frente á lareira…

Na próxima semana vou vacina-la contra a raiva para a poder registar, é pena que em Portugal ainda se vacinem animais e crianças contra doenças à anos e anos erradicadas, talvez porque alguém tenha o prazer de os ver sofrer… sei lá, há gente para tudo.
A seguir o registo como cão de guarda, protegendo-a de abate e processos judiciais caso se lembre de trincar alguém dentro da propriedade, e, mesmo assim, um seguro tal como todos os cães deviam ter.

domingo, janeiro 01, 2006

2006