quinta-feira, julho 22, 2004

Dia vermelho

Este é para o mulheriu ler, à excepção de uma ou duas coisas… está lá tudo!  

“…Deus é gajo, juro pelos comprimidos para a dor de ovários, e na criação do Universo teve especial atenção a que a mulher se lembrasse de cabra da Eva até à chegada da menopausa. Que culpa tem o grelame planetário que o Adão fosse um totó excepcional, um potencial cornudo em toda a regra, queridoooo, come lá esta maçazinha que logo faço-te um broche depois de jantar. Foram os homens responsabilizados por esta baboseira? Não! O pior que lhe pode acontecer a um gajo é ficar careca ou ter que ir mijar cada quinze minutos a partir dos cinquenta anos…” Todo o texto
Retirado de um outro post, mas do mesmo blog – Rititi – este excerto:  

“Trabalho: Não se pode ir trabalhar todos os dias se uma mulher quer manter o corpo de dezoito anos inalterado. Que raio de mundo este, incapaz de entender que são precisas horas de banhos de turcos para ter uma pele radiosa? E quem pode jantar sushi todos os dias, com bezana a condizer e bailarico até às seis da manha com ordenados da treta? Urgente, urgente, abolição da escravatura laboral já!”
Hoje estou em dia vermelho, não era para ser hoje… mas foi. Não melhora o meu humor nem a irritabilidade, isso só amanha é que passa.
 
A ginástica anda uma seca, agora em vez da monitora que apesar de bruta até tinha jeito tenho um brasileiro choné. Nem aquecimento faz, chega-se lá, deita e abdominais… da outra vez foram exercícios para as pernas, ando toda dorida. Eu já não tenho 20 anos para me meter nestas aventuras, o corpo ressente-se e eu que o ature. 

Tenho saudades do Porto...

Vou almoçar qualquer coisa, até logo.

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